A guerra Israelo-Palestiniana ou entre Judeus e Muçulmanos, ultrapassa as gerações, religiões, ideologias políticas e até a compreensão da humanidade.
Se recuarmos no tempo, temos o auto-intitulado "povo eleito" como proscrito e em guerras constantes, porque invariavelmente desavindas as suas tribos.
Falamos de um tempo onde os personagens eram David, Saúl, Jesus ou mesmo o gigante Golias.
No final da IIª guerra mundial entenderam as Nações Unidas que depois de terem passado pelo holocausto, os judeus teriam direito a Jerusalém e a mais um território à volta, a que se deu o nome de Estado de Israel (mais pequeno que o Alentejo).
"Implantar" um estado hebreu no meio do (agora na moda) Califado, não "caiu bem" e mesmo os Palestinianos ou Palestinos (que nem sempre são bem vistos pelos restantes árabes-muçulmanos), encheram-se de pedras, morteiros e homens (leia-se crianças) bomba, destruindo o máximo de vidas que conseguem - desde logo a sua.
Durante décadas assistimos a encontros de paz, seguidos invariavelmente por novos atentados e mais colonatos (política expansionista com que os israelitas vão alargando o seu reduzido território, através da instalação de comunidades).
O ódio cresceu e tornou-se visceral. Duvido que haja algum palestino ou israelita que não tenha perdido algum ente querido neste guerra sem fim.
Já vários prémios Nobel o foram graças a este conflito, mas os resultados práticos ainda não são os esperados.
Até quando vamos ver namorados com crenças diferentes a beijarem-se sobre um muro???






