19 abril 2008

“Não sou candidato”

Não é o mesmo que “não serei candidato”.

Mário Crespo não teve o cuidado de usar o tempo verbal mais adequado, uma vez que, formalmente, as eleições ainda não foram convocadas.

3 comentários:

  1. Pois tá claro, por enquanto não é!
    JPG, em nome deo país, começa a reunir as hostes (as vossas). Sem um poderoso partido na oposição -sim, um lider da oposição, pq agora tal figura não existe -, arriscamo-nos a uma nova maioria deste meu partido que apoia governos iníquos e ignóbeis; k lhes dá tanto protagonismo, ao ponto de se tornar apenas e tão só uma vulgar "partner" sem direito a luzes. Está na ribalta, mas os focos não lhe são direccionados!
    Força, mobiliza a tua rapaziada. Hegemonias não! Podem resultar em excelência, mas isso só com quem as exerce com talento, tormento e abnegação!

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  2. O PSD actual está entregue a 2 tipos de indivíduos:

    1 - Os mais novos, tecnocratas que nunca saíram de gabinetes, menosprezam o passado e não conhecem o país real.

    2 - Os mais velhos, barões que atingiram um estado de sobranceria que lhes permite desdenhar de tudo e todos, sem contudo fazer melhor.

    Terceira linha, vinda das bases, precisa-se já!!! Para bem deste país.

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  3. O PSD actual está entregue a 2 tipos de indivíduos:

    1 - Os mais novos, tecnocratas que nunca saíram de gabinetes, menosprezam o passado e não conhecem o país real.

    2 - Os mais velhos, barões que atingiram um estado de sobranceria que lhes permite desdenhar de tudo e todos, sem contudo fazer melhor.

    Terceira linha, vinda das bases, precisa-se já!!! Para bem deste país.

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."