14 abril 2009

Resolução da Assembleia da República n.º 21/2009

Aprova o regime de presenças e faltas ao Plenário

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, o seguinte:
(...)
7 — A palavra do Deputado faz fé, não carecendo por
isso de comprovativos adicionais
. Quando for invocado
o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado
médico caso a situação se prolongue por mais de uma
semana
.
Diário da República, 1.ª série — N.º 60 — 26 de Março de 2009
A palavra dos deputados vale mais que a de qualquer outro funcionário deste país???
Pela credibilidade que alguns têm demonstrado, está-se mesmo a ver umas doenças súbitas às 2ªs e 6ªs feiras, desde que não ultrapasse a semanita, é tudo uma questão de fé.
Entretanto, o regime de faltas por doença, para o comum dos mortais, foi apertado...
É caso para dizer "Cá vamos, cantando e rindo, levados, levados p'la fé..."

1 comentário:

  1. Isto é uma risota pegada.

    Parece mentira uma coisa destas e anda aqui um povo a sustentar esta cambada de chulos que nada fazem e a gozar à grande com o suor do nosso trabalho.

    A palavra de um aldrabão que está dentro daquele coio faz fé hein!

    Não há distinção entre qualquer Gandin que está naquele antro de sugadores do povo, é tudo a mesma tropa, bons ordenados, mordomias a monte e o povo a pagar tudo.

    Onde está o Tonho?

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."