A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
21 maio 2009
A Sra. ministra quer o ensino português igual ao finlandês?
9 comentários:
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."
Pois... é que na Finlândia o ministro da educação também não é um anormal...já aqui...
ResponderEliminarCaro blogger, compreendo a tua indignação quanto ao acordo ortográfico mas escusas de escrever acção com dois cês! :D
ResponderEliminar1. 12x2= 24. Em Portugal uma turma tem mais do dobro de alunos.
2. Aqui também, mas de vez em quando, ou só muito de vez em quando.
3. Em Portugal os professores são estimulados pelos pais a darem notas altas. É só o contrário...
5. Acho mal, então e eles não saem das aulas às 17h30 quando já é de noite no Inverno porquê?
6. Aqui também se faz isso promovendo-se a camaradagem em que os livros passam de mãos em mãos ano após ano. É tudo a perguntar se lhes podem dar os livros do "ano passado".
Mas depois teríamos um problema, é que o Estado não iria fornecer cadernos do Cristiano Ronaldo que custam 3€ ou 4€ cada um... Ou será que eles têm cadernos do Litmanen?
Estamos no bom caminho.
Sim é possivel igualar os sistemas de ensino.Peço desculpa mas, sei daquilo que estou a falar. Mas as boas intenções não chegam. Estamos tão longe do sistema de ensino finlandês como o sistema de ensino Angolano em relação ao Português. Muito se tem falado aqui neste blogue acerca das novas oportunidades ou processo de RVCC. Não é mal nenhum, na finlandia também existe e já há muitos anos. Só que é encarado duma forma mais séria. Ou seja não feito para combater a baixa escolaridade. Muitas coisas, se pode comparar: transportes são gratuitos, refeições etc. O número de horas de ensino diferem bastante nos vários ciclos. Os docentes são tratados como profissionais. Os pais educam os filhos perante a escola como um bem, para o seu futuro e para a sociedade. A disciplina é das coisas mais respeitadas. Aliás, não indisciplina. As crianças são acompanhadas a nivel psicológico quando entram para a pré-escola. Os estudantes acabam por gostar da escola, tendo bastantes dificuldades em escolher as vias que lhe são oferecidas (com garantia de emprego). Não há distinção entre a via académica e a via profissionalizante.
ResponderEliminarWhitesoul, para bom entendedor, 1/4 de palavra basta.
ResponderEliminarAlvarinho, é bom saber que estás ate(i)nto. Abraço.
Caro Ferroviário, mas a Finlândia não pertence ao Bloco de Leste? Estás bem (in)formado...
Ano de adesão à União Europeia: 1995
ResponderEliminarSistema político: República
Capital: Helsínquia
Superfície total: 338 000 km²
População: 5,3 milhões de habitantes
Moeda: euro
Línguas oficiais da UE faladas no país: Finlandês,sueco
E que tal uma água de colónia para cada professor(a)? Têm cá uma lata!!!!Não querem ser avaliados? Não querem ter mais de 12 alunos por sala de aula? No meu tempo eram trinta e tal e saíram de lá grandes profissionais e no teu tempo JPG, quantos colegas tinhas na turma? Acho que não devemos exagerar e espero que um dia destes com nova gente á frente da Educação as coisas possam melhorar e o entendimento surgir. Mas também digo que não deve haver o aproveitamento político que o PCP e seus militantes colocados no Sindicato dos Professores tentam sempre tirar daí. Não é assim, amigo "ferroviário", porque me parece ser um dos fanáticos "comunas", ou estou enganado?
ResponderEliminarCaro Anónimo:
ResponderEliminarNão sei qual é a sua côr política nem me interessa. Estamos a comparar o ensino português com o da finlândia. Se não sabe fica a saber que numa das faculdades da nossa universidade de Coimbra se estuda uma disciplina que se chama Educação Comparada. São os próprios Catedráticos dessa faculdade que não são do P.C.P que investigam e colaboram no sistema de ensino em França, Espanha e Brasil entre outros. São da mesma opinião que os docentes devem ser reconhecidos como educadores/professores, que o numero de horas por disciplina/diária deve ser reduzido, e o numero de alunos por sala de aula deve ser igualmente reduzido, que o material escolar seja adequado e que as salas de aula devam ter melhores condições. Só assim haverá sucesso escolar que OCDE, a Comunidade Europeia, e outras instituições que regulam os sistemas de ensino a nivel europeu e mundial pretendem. Fico satisfeito por saber (dito por si caro anónimo) que o sindicato dos professores e os "comunas" como refere, comungam destes estudos efectuados pelos referidos catedráticos.Se quer nomes eles aí vão: Prof: Dr. João Amado Prof: Dr.António Gomes Ferreira Prof. Dr. Boavida entre outros. Aproveito para lhe dizer que estes cientistas são requisitados pelos países que referi e que o seu trabalho nunca foi reconhecido pelo Governo português.É pena que uns destes nomes entre outros não seja ministro da educação. e repito não são do PCP.
Será que vamos ter uma nova língua mãe o "FINLANDÊS", ESTA Ministra comeu alguma coisa que lhe fez mal............porque é que temos de andar sempre a copiar pelos outros????????? Será que não temos pessoas competentes no nosso País????? à desculpem só um reparo , com esta Ministra e a corja dos seus Secretários de meia tigela(tachos) e aquela figurinha que é Presidente das Associação de Pais(Albino tacho)NÃO.........COM ESTES É DIFÍCIL.
ResponderEliminarAfinal quem é que durante 500 anos ensinou a língua portuguesa no Brasil?
ResponderEliminarDepois, veio a alteração da parte deles de muitas palavras termos, etc. onde actualmente falam como se vê.
Vem aí a javardice do acordo ortográfico que será imposto na escolas etc..
Pergunta-se:
Então nós andamos 500 anos a ensinar a nossa língua ao Brasil para agora ter-mos que gramar com a língua deles?..
Vamos passar a sr instruídos por eles?
Aprendi nos meus tempos de escola que acção se escrevia com dois cc e continuarei sempre a escrever o Português mãe que me ensinaram, estou-me burrifando para que digam eu tirar um c ou um p etc. antes de cada palavra imposta com o acordo ortográfico, nem vou chamar ao meu filho à nascença (nenem) em vez de bebé.
Ao meu acto não vou chamar (ato) porque ao estar a fazer uma coisa não vou atá-la, acho que dá para entender aos mais compreensíveis.