Investigação revela que «o sistema informático do Ministério da Justiça é altamente vulnerável».
A par dos despedimentos, a empresa vai ainda prolongar paragens de produção.
Défice? «Sete ou oito por cento, para não dizer mais». Défice pode chegar aos dois dígitos, afirma o economista Daniel Bessa.
A violência da crise foi de tal ordem que justificava tudo isto e muito mais.2º os nossos mais cotados analistas, até Agosto deste ano, segundo os dados fornecidos, Portugal deveria ficar-se por cerca de 6%, ainda assim abaixo dos 6,5% esperados para a zona euro. Mas não nos iludamos: o problema é sério e vamos ter de o enfrentar. Admitamos que, a um PIB de 100, correspondem receitas de 45 e despesas de 48, gerando um défice de 3 - 3% do PIB. Se, no ano seguinte, a produção cair para 97, as receitas descerem para 43 e, para evitar males maiores, as despesas subirem para 50, então o défice sobe para 7 - neste caso 7,2% do PIB. O acréscimo fica a dever-se ao efeito conjugado de três factores: menos produto, menos receita e mais despesa. Era este o cenário até Agosto de 2009.Após as eleições, convenhamos, deparamo-nos com uma realidade bem diferente, com um agravamento entre 40 a 50%. Avizinham-se dificuldades acrescidas...e infelizmente isso é garantido.
ResponderEliminarTelmo Gaspar
No entanto, temos um reverso da medalha positivo. Uma educação que parece resultar em sucesso.
ResponderEliminarA taxa de poupança das famílias portuguesas aumentou 1,6 pontos percentuais, para 8,6 por cento, no ano que terminou em Junho, face ao ano terminado no primeiro trimestre, de acordo com o INE.
O nosso comportamento presente é ditado, em grande parte, pela nossa visão do futuro. Se aumentamos a poupança, estamos a ajustar o nosso consumo a níveis que consideramos mais adequados aos nossos rendimentos. Acautelamos o futuro, preservando uma maior independência financeira e, ao mesmo tempo, contribuímos para diminuir o endividamento externo do nosso país. Poupar faz todo o sentido.
Como já vem sido dito pelos mais velhos:" o dinheirinho não é de quem o ganha, mas de quem o poupa"...embora ás vezes nem sempre seja assim.
TELMO GASPAR