A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
28 fevereiro 2010
Cheias no Mondego
4 comentários:
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."
É raro o Inverno que não tenhamos que andar a vigiar o caudal do rio, como se tivessemos ficado com o legado dos antigos "guarda-rios".
ResponderEliminarE por falares em Guarda-rios?
ResponderEliminarTú que ainda és dos poucos que vai tomando o touro pelos cornos, por favor, quando vieres a casa da ti Zilda,tira uma foto à vala, que por enércia ou por terem perdido o norte,teimam em querer que a água corra para cima,vem do topo das terras da Orvieira, atravessa á porta do Costa, e vai por trás das terras do Álvaro Caldeira, e aí fica a encher a triste rua onde alguns por força das circunstancias aí têem que passar,E ESTA EIIM?
E depois é sempre em frã p`la estrada de alcatrã
ResponderEliminarA água não é "filha de cabra", ou seja, só avança por gravidade.
ResponderEliminarNo caso concreto, essa vala já levou água com barro das cerâmicas, óleo das camionetas e outros produtos da fundição.
Presentemente nela apenas corre água e "arranjar" um trajecto mais curto (logo, mais a direito) que a conduzisse à vala Real (ou vala do Sul) podia ser uma alternativa para evitar a estagnação.
Mas por vezes apercebo-me que a água depositada na estrada tem origem nas tampas de saneamento que não resistem à pressão.