04 dezembro 2010

30 anos...

Frequentava o 1º ciclo e dias de luto nacional podiam implicar não ter aulas.
A Phillips a preto e branco (comprada no Sr Remédios), em que o botão de ligar/desligar também regulava o volume, anunciava um acidente de avião onde o Primeiro Ministro se deslocava.
Mais uns minutos e confirmava-se a morte de Sá Carneiro.
Dúvidas sobre a causa, pesar, angústia e sobretudo receio pela sua falta a um país em crise.

Imagino se essa notícia ocorresse nos dias de hoje, quais seriam as reacções...

2 comentários:

  1. Só espero que não se vá gastar mais uns milhões dos impostos do povo para mediatizar e enpolgar novamente o caso.
    Afinal pergunto eu, que de relevante fez este senhor,em prol do povo portugês?

    Abraço.

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  2. As comissões de inqérito são formadas por deputados que já ganham o suficiente para as integrarem, não há que abrir os cordões à bolsa (isto, num país sério...)

    Sá Carneiro goza de um estatuto comparável ao Jonh Lennon, ou Jonh Kennedy (mal comparando...), pois quando se morre novo (ainda por cima assassinado - ou provavelmente).

    No entanto, verdade seja dita, não teve muito tempo para deixar obra.

    Bom fim-de-semana.

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."