21 dezembro 2010

Fanatismo desportivo

Gosto muito de futebol e sou Sportinguista desde que me conheço. Raramente vou ao estádio e perco a vontade depois de ver o comportamento abjecto de algumas claques.
Sou “sportinguista” mas respeito os adversários. Não admito a ordinarice organizada.
Um popular chamar "filho da puta" ao árbitro num momento de raiva, compreendo e até posso achar graça. Uma massa organizada a cantar em coro hinos de ódio e a praticar violências sem pejo, isso nunca. Com bandeiras a lembrar suásticas? Não, não contem comigo.
Quando o Sporting joga com o Porto, o Benfica, o Setúbal ou o Anobra, quero que jogue melhor e ganhe. Não me importo muito que jogue pior e ganhe.
Não gosto é de perder, nem de ganhar com truques extra quatro linhas.
E mesmo dentro das quatro linhas, não gosto de árbitros que se “enganem” premeditadamente.
Sou ferrenho, mas tenho “fair play”.

Vem isto a propósito da discussão sobre a recente morte de Aurélio Márcio (jornalista desportivo), num site onde alguns comentadores aplaudem este desaparecimento e outros pedem a morte de Pôncio Monteiro (em coma depois de um AVC).

HAJA RESPEITO!!!

4 comentários:

  1. Como benfiquista fiquei orgulhoso ao ler isto: http://tertuliabenfiquista.blogs.sapo.pt/1109787.html

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  2. Acho que o Aurélio Márcio era benfiquista, mas acima de tudo era um Homem.

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  3. Amigo,

    Subscrevo integralmente o teu comentário.
    Fiquei consideravelmente sensibilizado com a noticia da morte de Pôncio Monteiro.
    Poderei, eventualmente, ter ficado menos sensibilizado com a morte de Aurélio Márcio, dado que desapareceu da " vida pública desportiva " há já bastante tempo.
    No entanto, e como referes, estamos a falar de SERES HUMANOS.


    Sebastião del Cano

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  4. ja li esse texto no blog "leao da estrela"

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