O Filipe Cação, um artista ribeirense (teve escola nos Dilema...)
A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
17 novembro 2011
5 comentários:
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."
Ele nunca tocou nos PSP nem no Mondego Band
ResponderEliminarAmigo JPG, permite-me uma pequena correção. O Filipe não passou pelo PSP nem pelo Mondego Band.
ResponderEliminarA formação do PSP foi: Marco Aurélio (Marquito do Fernandes), Pedro Brito, Arménio Gurate e Arménio Santa.
A primeira formação do Mondego Band foi: Marco Aurélio (Marquito), Pedro Brito, Arménio Gurate, Luis Correia (Burra) e Arménio Santa.
Entretanto passaram por este grupo: Pedro (Piçocas), Luis Filipe Ligeiro, Tó Zé Cegonha, Cristina Ligeiro e Américo Reis.
Podemos no entanto dizer que o Filipe nos acompanhou, pelo menos enquanto amigo e companheiro de estrada.
Bons tempos com alguma inocência!
Abraço
Santa
Opssssss!
ResponderEliminarCometi uma argolada (como diz o Santos Pereira).
Obrigado pela correcção e espero que nem o Filipe nem os elementos das bandas fiquem chateados com a minha falta de memória.
Abraço!
Parabéns, sem dúvida, ao Cação! Pena que a letra da música seja da autoria dos meninos do Lar O Girassol (Alcarraques) e que este jovem cantor que tanto se lastimou por ter sido roubado pelos pais, não tenha pejo em utilizar esta mesma letra como se fosse dele; em boa verdade, pelo menos deveria divulgar o autor. Desta forma, não lhe seria tirado o mérito de cantor e seria uma forma justa e honrosa de dar "o seu a seu dono" e de dar algo a quem nada tem: o elogio pela construção da letra. Posso afirmar, porque fiz parte deste projecto (dos meninos), que a letra foi construída e sentida permitindo-lhes desenvolver um sentimento de pertença deveras importante para este tipo de público. Se quisermos analisar com imparcialidade, o contrário também será verdade, isto é, este poema e esta música não se enquadram na "panóplia" de músicas entoadas por este "amigo". Já agora, e para que conste, também a música não é dele pois o poema no fim de ser construído, foi musicado pelas crianças não com notas musicais mas através do simples "lá, lá, lá" que posteriormente foi colocado na pauta por alguém que sabe música e que fazia parte do Lar. Foi apresentada pelos utentes do Girassol na festa de Natal de 2008 do Lar de S. Marinho e no C.A.I.C. (Cernache). A este jovem cantor também lhe faltam valores... estas coisas acontecem não só nas instituições... pena é que... Se me é permitido, pergunto eu: como ficarão as crianças/jovens quando ouvirem isto? FICA PARA PENSAREM!!!
ResponderEliminarF.G.
A música soava-me familiar, mas não consegui associá-la.
ResponderEliminarMesmo que me tivesse lembrado onde a ouvi, imaginaria sempre que tivesse sido ao contrário (os meninos do Lar a adaptarem uma música que já existia).
São os tais "Pré-conceitos" que temos que "desconstuir".
Quanto ao Saúl (não o conheço pessoalmente mas não ficará sem "resposta").