16 agosto 2012

Paulo Bento e a teimosia

Quem ontem viu todo o jogo da Selecção Nacional, ficou com a certeza que precisamos de alguém que saiba marcar golos fáceis.

Conto pelo menos duas perdidas escandalosas do Hugo Almeida (uma de cabeça, completamente isolado e uma recarga com o seu melhor pé - esquerdo, em cima da linha da pequena área) e mais duas do Nélson Oliveira (um passe magistral do Ronaldo que o isolou e um outro lance igualmente escandaloso).

Será que nestes jogos de preparação não se justificava experimentar (e principalmente dar oportunidade) a outros avançados???

O Éder, por exemplo, foi pré-convocado mas o "risco ao meio" não confirmou a sua escolha. Ou seja, continua teimoso como um burro a assistir a falhanços estrondosos sempre das mesmas vedetas (Postiga, Almeida e Oliveira).

Arrrrrrrreeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

2 comentários:

  1. O risco ao meio é BURRO!...É do Sporting, está tudo dito.

    ResponderEliminar
  2. Apesar de lá ter conquistado alguns títulos, fez alguma "porcaria" (as saídas do Moutinho, do Veloso e de mais alguns seriam de outra forma se ele soubesse gerir recursos humanos, principalmente rapazes com 21-22 anos).

    Mas quando podia ter aprendido isso estava a jogar nos "bormelhos" e só aprendeu a atirar-se aos árbitros até desmaiarem.

    ResponderEliminar

O ENCLAVADO - um blog individual com cada vez mais leitores - agradece os comentários de todos os visitantes, estimula o debate, aceita e agradece opiniões, correcções e sugestões. Mas não aceita comentários incompreensíveis, que tenham acusações de ordem criminal a terceiros ou linguagem grosseira e ofensiva. Aqueles que quiserem insultar gratuitamente pessoas identificadas, confundindo liberdade de opinião com libertinagem, podem continuar a descarregar as suas frustrações, mas as mesmas não serão validadas. Muito obrigado!


"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."