A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
28 novembro 2012
Os estivadores e a estiva...
4 comentários:
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."
Tens que ler tudo como deve ser! A greve que está a ser feita é às horas extras que eles faziam todos os dias e que estão a ser pagas a um valor miserável. Tens que ver que eles fazem o horário de 8 horas todos os dias e no fim das 8 horas acabou! A greve vem a seguir a esse período de trabalho. Sabes é que para eles pagarem o subsidio de férias e de Natal aos chulos dos técnicos que trabalham nos diferentes ministérios, roubam aos desgraçados dos trabalhadores, que fazem uma média de 12 a 14 horas por dia, mas isto eu não ouço falar nem leio em jornal nenhum!!!
ResponderEliminarSe a greve apenas às horas extra causa tanto transtorno, então os gestores que acabem com delas e empreguem mais trabalhadores.
ResponderEliminarAs horas extras devem ser esporádicas e pontuais, caso contrário, ou os trabalhadores as fazem para duplicar o preço/hora - houve casos em que triplicava - ou os npatrões não estão a fazer uma correcta gestão dos recursos humanos e tentam "esmirfar" os funcionários.
Agora deixa o país "empancado, principalmente as suas empresas exportadoras, não é justificável e deve ser ultrapassado.
Entretanto, no ensino, nos últimos 19 anos - aqueles que conheço por dentro - havia um nº limite de horas extraordinárias (3 por semana). Há uns anos a esta parte, foram proibídas todas as horas extraordinárias (até se faze, mas não se recebe um "tusto"), porque foram suprimidas por decreto.
Trabalçhar 14 horas por dia, mas receber 8 no vencimento normal e mais 6 como horas extraordinárias, há uns tempos atrás correspondia a mais de dois vencimentos - no fundo, muitos preferiam essa situação, como alguns emigrantes fazem por esse mundo fora, trabalham o dobro, mas ganham o dobro.
Entendo que não devem ser explorados, mas as acumulações exageradas não são comportáveis com a crise que vivemos, pois distribuir o emprego é distribuir a riqueza.
Atã e nã é que ficavas mesmo bem como estiva?! Bem melhor do que como "professor". Não te esqueças que para opinar convenientemente, é preciso conhecer bem ambos os lados. (aproveita a sugestão e não te darás nada mal)
ResponderEliminarNão teria qualquer problema em ser estivador.
ResponderEliminarA inveja deve ser danada, mas deixa lá que um dias ainda serás gente.
Quanto ao "professor", com "alunos" como tu, mais vale tentar ensinar um burro a ler, pois pelo menos se der coices, eu já conto com eles...
Sobre o assunto em questão, já que és tão conhecedor dos dois lados (ainda acabas na beira-rio), opina lá tu melhor que a malta agradece.