A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
21 janeiro 2014
Cada caso é um caso, por isso...
4 comentários:
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."

no meio disto tudo acho e continuo a achar que, embora a questão seja importante, parece-me que estamos perante uma manobra de distracção qualquer, a data não me pareceu escolhida ao acaso, este governo é maléfico!
ResponderEliminarUma boa e santa tarde:
ResponderEliminarJoão Pedro, o dinheiro que se irá gastar neste referendo seria muito mais bem aplicado se fosse usado em prol das crianças do nosso país. Por exemplo na justiça, elaborando leis que lhes cedam mais segurança, dando normas aos tribunais para que adultos e não só, sejam punidos severamente quando maltratem estes pequenos e indefesos seres, atribuindo verbas aos mesmos para que estes deixem de andar a rasto de caracol, porque nem a passo andam, e não deixem as crianças penduradas no sistema social também ele precário.
Que se faça justiça ao rico como ao pobre, ao doutor como ao operário, ao padre como ao pai, ao professor como ao aluno bulliador, sem medo e com toda a certeza de que estamos a agir moralmente e com permissão pois a sentença já foi dada e recordada por Escrita há quase dois milénios. Necessário é só consultar Mateus 18, 6. Cristao ou não a Sabedoria do livro ou melhor do conjunto de livros é aceite mesmo que discutível por todos. Não posso deixar de frizar o papel que Roma tem tido, ocultando e vergonhosamente protegendo-se dos crimes pedófilos de alguns dos seus colectores de esmolas, pois parece-me essa a mais pesada razão para a ordena dos mesmos, papel que tem permitido à elite especialmente, atrasar e contornar, leis e justiça.
Querer-se fazer um referendo em que o intuito, no meu ver, é desviar atenções a outros assuntos mais importantes, para se dar ou retirar direitos a certos cidadãos neste caso homossexuais e só os que decidem viver em união pois os há que fazem outra escolha, quando o referendo deveria ser sobre quem afinal pagará pelos erros ou beneficiará caso venha a ser o caso das mudanças feitas pela escolha de um sim ou um não pelos mesmos iluminati's que através de um referendo elegeram estas prendas que actualmente nos governam, as crianças.
Este assunto tem a ver e afecta as nossas crianças e é um assunto de lei e justiça, de direitos e respeito pelo ser humano que são os mais pequeninos, mais indefesos, mais vulneráveis, mais preciosos membros da nossa sociedade.
As crianças têm que estar em primeiro lugar, primeiro plano, prima preocupação e sempre em foco entre nós. Não nos podemos permitir perder nenhum. A responsabilidade da sua existência é nossa. A necessidade de lhe dar amor, carinho, guarida, alimento e educação é nossa e terá que ser prioridade protege-los do lado mau do ser humano. Senão, como é que lhes vamos ensinar, mostrar como é que queremos ser tratados quando idosos, vulneráveis, sem valor, quase descartáveis...
Não nos podemos deixar iludir.
Seja por um homem e uma mulher, por um homem ou por uma mulher só, por dois homens, por duas mulheres, por brancos, amarelos, vermelhos ou negros, por homo, hetero, uni ou sem sexo defenido ou até em ultimo caso por uma instituição que uma criança seja criada, que o seja debaixo de padrões, normas, leis, regras, valores morais e humanos bem estabelecidos e seguidos sempre com o bem estar e segurança da criança em mente. O resto é canja...
O que não se pode permitir é maus tratos, violações físicas, sexuais ou psíquicas, o abandono familiar ou social,o implantar do medo, o bulling, o desvalorizar, sectár ou carimbar embrandando qualquer que seja a criança.
E que os nossos governantes não se esqueçam no referendo que as crianças têm direito à saúde, à educação, ao desporto, ao ar e à água própria para respirar e beber, a uma sociedade sem crime, sem drogas e seus traficantes, sem guerra e sem fome, têm direito que os seus pais tenham emprego, que os seus avós tenham dignidade, que os seus doutores, podadores, enfermeiros, pintores, professores, contínuos, sapateiros, oleiros, escultores, pescadores, cesteiros, músicos e cantores até quem se depare na linha do desemprego se sintam dignos, merecedores enfim gente humana pois diz o velho ditado africano que é preciso uma aldeia inteira para criar um homem. Eu diria melhor - É preciso o mundo inteiro.
ResponderEliminarTambém o será preciso, quando uma criança, jovem ou adulto com todo o seu direito, sejas ela criada por quem for e em situação seja ela qual for perguntar -Quem é o meu pai, quem é a minha mãe?, haver resposta e resposta concreta sem incógnitas.
Acima de tudo que se não roube à criança esse direito...
Um abraço aberto à discussão. Venham eles...
Álvaro José
Se a nossa sociedade fosse mais sensata e a classe política (que resulta da nossa sociedade) fosse mais decente, não estaríamos sequer a discutir este assunto, pois dificilmente haviam crianças para serem adoptadas (nem por homos nem por heteros).
ResponderEliminarMas como infelizmente tal não acontece, andamos a gastar sinergias com este assunto.
Pessoalmente, tenho esperança que não chegue a haver qualquer referendo sobre este assunto.
Sempre se poupam uns tustos.