22 dezembro 2014

Pela Nazaré...


3 comentários:

  1. Estava o Admiral Fuas Roupinho em cavalgadura de pura raça montado, atónito com o violento estrondear que tempo a tempo sacudia o forte nevoeiro que o rodeava, tentando-a amançar do pavor que dela se tinha apoderado!
    Com seu pulso treinado pela afiada arma que tão bem manejava golpeando por São Jorge os de Maomé, retraìa e largava as rédeas fazendo com que o freio tangesse entre os dentes com o mesmo som metálico das ferradas e nervosas patas na pedra dura daquele lugar incerto.
    Como é que tão nobre e corajoso animal, que sem medo e vacilar investia contra toiros e moiros, agora recusava submeter-se às ordens das esporas nas já sangrentas ilhargas? Estaria alguma fera por perto ou que pior seria que o assustava? Mas que rugido era aquele que a terra e o seu cavalo fazia tremer? Só o demónio foi o que pensou!
    Era Lucifer o nevoeiro que o rodeava e o estrondo, esse era o do fim do mundo! O mar caindo no infinito, no oculto do p'ra lá do Bojador! Era Belzebu em ameaça caso levasse em frente o sonho de até ao Cabo levar a sua armada!
    De repente abre-se o nevoeiro e à sua frente levanta-se o mar. A onda é diluvial, o seu cavalo relincha e empina-se , D. Fuas desamparado na sela olha o solo preparando a iminente queda e apercebe-se do precipício ! Em desespero grita: Valha-me Santa Maria...
    E o milagre acontece...

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  2. A natureza em todo o seu esplendor!

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."