A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
A enclavar desde 2005
09 janeiro 2011
08 janeiro 2011
Só um recado
Para quem fez um risco na porta do meu carro (caso saiba ler...).
Não gostei do desenho, mas, não sou assim tão agarrado aos bens materiais, ao ponto de perder o apetite ou deixar de ir dar umas braçadas à piscina (só lá é que o vi).
Peço ainda à figurinha triste que se tentar de novo, o faça com a mesma discrição, pois posso chegar mais cedo ao carro e a reconstrução facial sai cara (acho que não terá dinheiro para isso e Portugal já tem desfigurados que chegue).
07 janeiro 2011
Feios, porcos e maus???
Disclaimer 1: não sou apoiante de Cavaco (mas já fui nos anos 80)
Disclaimer 2: compro e vendo acções, ETFs, matérias primas e outros produtos financeiros (na bolsa nacional e norte-americana há cerca de duas décadas)
Factos:
- Quando faço negócios que me correm bem, ouço dizer: "Pois não, assim é que se ganha! Dinheirinho fácil...". Já quando perco ouço: "Eu cá não me meto nessas coisas...", "Pouco ou muito, sei que é meu e está ali certinho." Parece que Cavaco perdeu bastante dinheiro com acções da SLN (mas disso ninguém fala, pois não foi favorecimento).
(Respeito todas as opiniões mas por norma esquece-se quando os outros perdem e a inveja faz com que nos lembremos quando ganham - associamos a trafulhices)
- A compra e venda das acções ocorreu há mais de 7 anos (depois disso já Cavaco foi candidato e eleito Presidente da República).
(Ainda vai a tempo de ser investigado, embora as contas dos titulares de órgãos de soberania sejam escalpelizadas pelo tribunal de contas, mal tomem posse - logo, as dele já foram várias vezes).
- Em 2008 o Expresso publicou os documentos que comprovavam a compra e a venda das ditas acções.
(Obviamente que o tema surge agora para atirar poeira ao ar - não tivesse o PS um historial grande e dois "cães de fila" - Manuel Alegre e Defensor Moura hábeis e sem nada a perder, tais os resultados das sondagens)
- Manuel Alegre tem telhados de vidro muito finos, pois quem apregoa limpeza, ainda terá que explicar como votou tantas vezes contra na Assembleia da República, falou tantas vezes mal deste Primeiro Mnistro e no penúltimo dia de campanha teve a lata de aparecer em Coimbra num comício, aos abraços - não nos esqueçamos que concorreram os dois (mais o Soares filho) à liderança do PS e nas anteriores Presidenciais Sócrates preferiu apoiar Mário Soares.
(Mas como não foi só em Argel que Alegre mostrou pouco sentido de estado, também nisto dos bancos tem o rabo bem preso...)
Por qué no te callas?
O seu complexo de inferioridade em relação aos juízes só é comparável à sua paixão pelo "Eng".
Se ele tivesse razão, então os deputados não podem legislar em relação a eles mesmos. Nem os deputados da cor do partido do governo podem aprovar medidas do governo. Certo?
06 janeiro 2011
Apesar de ser deles que elas gostam mais...

Versão moderna doa Lusíadas
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas...
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano...
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
Um poema da "mente", só/mente!
Há um Ministro que mente...
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de modo tão pungente
Que a gente acha que ele mente, sincera/mente.
Mas mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão habitual/mente, tão hábil/mente,
Que acha que, história afora, enquanto mente,
Nos vai enganar eterna/mente.
