A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
A enclavar desde 2005
04 março 2012
03 março 2012
Sobre o clássico...
Não percebo como com um resultado desfavorável e o Djaló não entra. Assim sempre ficava um jogador português em cada equipa (ambos saídos do mesmo ninho).
Entretanto, nem tudo é mau, pois o Emerson levou vermelho e não jogará na próxima jornada, ainda que a "mula teimosa" do "Jasus" continue a apostar nele.
Sobre o que o "Jasus" disse, espero que os árbitros se recusem a apitar os jogos do SLB, como fizeram quando o Sporting se insurgiu contra erros ainda mais gritantes e repetidos.
Para terminar, ouvir o "orelhas" no final das derrotas é imperdível:
-"eu disse que não falava de arbitragem e não vou falar!"
- "todos viram o que se passou em Coimbra e aqui. O Sr Pedro Proença que não tem condições para arbitrar os nossos jogos."
- "benfiquistas, levantem a cabeça!!!"
Lucio Dalla
02 março 2012
Ninguém se entende...
É preciso reduzir o número de freguesias? Sim!
Há concelhos a mais? Sim!
É preciso reduzir o número de concelhos? Sim!
Cortar com base em critérios quase obscenos traçados a régua e esquadro num gabinete na capital? Não!
Tentar que sejam os próprios autarcas (e as populações) a chegar a um entendimento quanto à fusão de freguesias? Sim!
Não fazer nada e deixar tudo como está? Não!
Hoje houve uma votação em que CDS e PCD votaram a favor e CDU e BE votaram contra.
O PS votou contra, embora uma abstenção e 22 declarações de voto (Francisco Assis, José Lello e muitos outros nomes sonantes do PS) tenham mostrado o tom crítico da bancada socialista relativamente à decisão da direcção de votar contra a proposta de reforma administrativa local.
Ou seja, se conseguissem sentar as bundas anafadas e ser razoáveis, não seria bem melhor para todos?
Este juiz deu cabo da vida toda
A piada, agora adaptada começa com um rapazinho a perguntar à mãe a razão de ele ser negro quando a progenitora é branca, ao que esta responde: "Não vás por aí, Barack! Do que eu me lembro daquela festa, tens muita sorte em não ladrares."Hoje há um SLB X FCP, mas eu sou do Sporting!!!
Não me lembro as razões que me levaram a dizer «sou do Sporting».
Não me lembro bem, mas quando entrei para a escola, aos 5 anos, já era do Sporting.
Dessa altura em diante, tudo foi diferente. Porque assumir que se é de alguma (ou alguma coisa), implica passar das palavras aos actos. E eu fiz o que podia.
Pedi uma camisola. E um cachecol. Depois pedi o equipamento.Passei a "exigir" que os meus bolos de aniversário tivessem em cima um campo de futebol onde se disputava um derby, e que esse mesmo bolo fosse para a mesa com a bola de chocolate metida dentro da baliza do Benfica. E, terminada a festa, continuava o jogo a meu belo prazer.
Tive uma fase em que não queria vestir nada vermelho ou azul (às vezes ainda tenho e transmito isso ao meu filho, não gosto de o ver de vermelho, pronto!).
Passei a dizer que, quando fosse grande, queria ser jogador do Sporting.
Pedi um pequeno rádio. Verde e preto. Para ouvir os relatos do Sporting onde bem me apetecesse.
E foi assim que ouvi os 7-1, festejando sozinho no campo do Sporting Clube Ribeirense, numa jogatana de amiguinhos onde era o único Leão assumido.
Aprendi a fazer desenhos. Quase todos com alguém vestido de camisola verde e branca. Aprendi a fazer fisgas e tentava a muito custo arranjar elásticos verdes.
Tentei passar aos meus filho, sobrinhos e sobrinhas o máximo que podia sobre ser do Sporting (e resultou!).
Procurei até à exaustão os cromos das colecções onde aparecessem os jogadores do Sporting.
Joguei matraquilhos sempre com o Sporting.
Dei porrada a quem me gozava, na escola, logo pela manhã, depois de uma derrota (às vezes apanhava mais do que dava, mas não me ficava!).
Passei a sonhar, a dormir ou acordado, que marcava grandes golos com a camisola mais bela do mundo.
Noutros pelados, noutros relvados, na rua, joguei sempre à Sporting. Perder era inaceitável.
Baixei as meias, à Douglas. Marquei livres à Valtinho à Balakov, à Valckx e à André Cruz.
Defendi penaltis à Damas. E marquei penaltis à Manuel Fernandes e à Jordão.
Fiz compilações em VHS dos resumos dos jogos do Sporting. Gravei relatos. E ouvi outros sempre na mesma posição, no mesmo sofá, na mesma frequência. Porque acreditava que dava sorte. E, quando perdíamos, era porque eu tinha feito algo de mal na transmissão da sorte (via ondas hertzianas, talvez).
Fechei-me no quarto, com tudo às escuras, telemóvel desligado, ordens expressas à minha mãe para não ser incomodado POR NINGUÉM e auscultadores nos ouvidos com música bem alta. Não aguentava acompanhar ou saber o resultado "às pinguinhas" do jogo em Vidal Pinheiro.
Festejei muito! Mesmo muito! Com todos, novos, velhos, homens, mulheres, vizinhos, desconhecidos, amigos! Quase entrei em delírio...
Comprei o CD da Juve Leo e os vizinhos devem ter enjoado de o ouvir tantas vezes!
Abracei o Carlos Lopes, parabenizei o Fernando Mamede, brinquei com os gémeos Castro, entreguei um prémio ao Oceano, desabafei com o Iordanov, fiz um brinde com o Osvaldo, almocei com o Morais, Manuel Fernandes, emocionei-me a aplaudir o Jesus Correia entre outras figuras do meu Sporting.
Chorei quando perdemos a Taça UEFA e outras vezes, de raiva e de alegria, deixando de comer por causa de derrotas e sentindo as veias da cabeça quase a explodir por tanto festejar um golo.
Às vezes "os nervos" não permitem que a comida desça o esófago.
E se me perguntassem «o que é que queres ser quando fores grande?», eu responderia, «quero ser jogador do Sporting».
E se o fosse, garanto-vos que seria necessário partirem-me as duas pernas para eu sair do campo sem a vitória conquistada!
(adaptado d'aqui)
01 março 2012
Até que enfim...
Ele é ........
(Recebido por e-mail)


