A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
A enclavar desde 2005
«São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim, porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem.» Professor Agostinho da Silva
08 novembro 2012
07 novembro 2012
Ai o palerma do Hollande
Se os "xuxas" cá do sítio (juntamente com os comentadores, indignados, sindicalistas e conselheiros de estado) sabem que a França sobe IVA para descer TSU às empresas...
Mas não era ele o homem da esquerda que ia salvar a Europa das decisões neo-liberais de tirar aos trabalhadores para dar ao grande capital???
Às tantas a medida da TSU que foi atacada por todo o "bicho careta" (até os empresários, para cúmulo dos cúmulos) não era assim tão descabida...
O tempo não pára
Dois aspectos interessantes:
- a letra é do prematuramente desaparecido poeta Cazuza
- a forma sóbria como o Ney se apresenta em palco
06 novembro 2012
05 novembro 2012
Dêm-lhe a medicação
António José Seguro diz que «deve ser o Governo e a troika a encontrarem a resposta para o problema que eles próprios criaram e negociaram».
O homem tem razão, pois para os "xuxas" não há problema nenhum, só direitos e mais direitos.
Como se fosse este governo a deixar o país na pré "banca rota" e a pedir ajuda externa...
Não se arranja ninguém melhor lá pelo Largo do Rato???
Pois é, pois é... a idade
«Vou andando por aí
Sobrevivendo à bebedeira e ao comprimido
Vou dizendo sim à engrenagem
E ando muito deprimido;
É difícil encontrar quem o não esteja,
Quando o sistema nos consome e aleija...
Trincamos sempre o caroço
Mas já não saboreamos a cereja
Já houve tempos em que eu
Tinha tudo não tendo quase nada
Quando dormia ao relento
Ouvindo o vento beijar a geada
Fazia o meu manjar com pão e uva
Fazia o meu caminho ao sol ou à chuva
Ao encontro da mão miúda
Que me assentava... como uma luva!
Sobrevivendo à bebedeira e ao comprimido
Vou dizendo sim à engrenagem
E ando muito deprimido;
É difícil encontrar quem o não esteja,
Quando o sistema nos consome e aleija...
Trincamos sempre o caroço
Mas já não saboreamos a cereja
Já houve tempos em que eu
Tinha tudo não tendo quase nada
Quando dormia ao relento
Ouvindo o vento beijar a geada
Fazia o meu manjar com pão e uva
Fazia o meu caminho ao sol ou à chuva
Ao encontro da mão miúda
Que me assentava... como uma luva!
(...)»
Jorge Palma
Boa semana
Um concerto muito bom de um génio desaparecido (correram rumores que se retirou para sempre, que está muito doente ou mesmo que já morreu).
Pessoalmente, acho que apenas está a dar um tempo, para ressurgir em grande estilo, como sempre!
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