150Euros + 36 meses (obrigatório) x 17,50Euros = 780Euros, ou seja com a obrigatoriedade de pagar assinatura de internet, o aparelho não fica assim tão baratinho...
"No site onde se divulga a oferta dos computadores que leva este Governo a andar na estrada lembrando o camião de Natal da Coca-Cola posso ler que a utilização de um computador portátil é "uma solução que garante a mobilidade, condição importante para o pleno exercício da actividade docente". Terei lido e entendido bem?
Se o Governo acha que a utilização de um PC portátil é uma solução que garante a mobilidade e esta é uma condição para o pleno exercício da actividade do professor então porque motivo devem ser estes a comprá-lo. Em toda a Administração Pública sempre que os funcionários precisam de computadores portáteis são os serviços que os fornecem, porque motivo os professores são os únicos profissionais deste país a terem que comprar as suas "ferramentas"?
Fiquem a saber que para adquirir o portátil é necessário um código de validação emitido pela escola onde leccionamos, logo o Ministério da Educação saberá quem tem ou não portátil.
Está visto que professor que não compre o portátil está tramado, fica mal classificado porque não verifica uma das condições para o pleno exercício da docência."
Sem comentários:
Enviar um comentário
O ENCLAVADO - um blog individual com cada vez mais leitores - agradece os comentários de todos os visitantes, estimula o debate, aceita e agradece opiniões, correcções e sugestões. Mas não aceita comentários incompreensíveis, que tenham acusações de ordem criminal a terceiros ou linguagem grosseira e ofensiva. Aqueles que quiserem insultar gratuitamente pessoas identificadas, confundindo liberdade de opinião com libertinagem, podem continuar a descarregar as suas frustrações, mas as mesmas não serão validadas. Muito obrigado!
"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."