24 junho 2008

Educação: ministra quer criar «estatísticas felizes»

Ao diminuir ao mínimo o nível de exigência nos exames nacionais, o Ministério da Educação está à procura de criar estatísticas felizes, que nada têm a ver com a preparação dos jovens. O facilitismo não é o caminho da cultura e do conhecimento.

Cada vez menos a escola prepara para a vida, nomeadamente para um mercado de trabalho difícil e exigente, além de não incentivar o estudo por parte dos alunos, nem recompensar o esforço dos professores.
Depois da «fast-food» temos a «fast-education». Ou seja, nivela-se por baixo para criar legiões de analfabetos funcionais.
Os reultados foram bons? Porreiro pá!

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."