13 janeiro 2009

Todos diferentes...




4 comentários:

  1. Esta é que é a pura verdade, por muitas voltas que queiramos dar o fim é o mesmo para todos.

    Ainda hoje fui surpreendido pela notícia do falecimento de um amigo que costumava ser o empresário responsável pela colocação de artistas na Festa de Nossa Sra. da Nazaré. Aos 45 anos, um ataque cardiaco fez que este Post tenha ainda mais sentido para mim.

    Até sempre Amaral!

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  2. As vezes que ouvia "1, 2 experiência! Som... S... Corujeira, S. Martinho do Bispo" a afinar o som nas festas.

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  3. As causas das guerras são derivado a interesses da disputa entre vários grupos distintos de indivíduos. Pode ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções dentro do mesmo país.
    É Lógico que uma guerra traz consequências positivas, como na maior parte das vezes traz negativas.
    A mim muito sinceramente não me faz grande confusão que as pessoas morram a defender um interesse que querem ou desejam (caso dos grupos radicais), faz-me sim confusão, pessoas que morrem sem terem nada a ver com o assunto. A guerra mais visível neste momento é a quem tem mais interesses materiais em causa, neste casa Gaza, mas na minha opinião a maior guerra (crise) do momento é no continente Africano onde os interesses são meramente tribais e onde são mortos centenas de pessoas, que a única coisa que querem é viver descansados.
    O caso mais claro que toda gente conhece é entre a maioria hutu e a minoria tutsi, duas tribos do mesmo povo, que ainda hoje se confrontam, só porque alguns lideres Hutus querem acabar com a raça Tutsi, para ajudar a isto nenhum país Africano é considerado desenvolvido nem nenhum deles se vive em democracia pela...
    Já agora tb acho que conhecia esse senhor, como se chamava?
    Corradi

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  4. A questão das tribos africanas é horrível. Um ódio primitivo e visceral. O filme "Hotel Ruanda" ilustra muito bem...

    Eu apenas o conhecia por Amaral.

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."