08 março 2009

Palavrões no parlamento

Esta semana um deputado do PSD mandou “pró car***lho!” um deputado do PS.
O palavrão saiu no calor de uma
azeda troca de galhardetes entre os dois.
Não vejo que venha mal ao Mundo o uso do palavrão. Não fica bem a quem o utilizou, é certo… mas, também, quem não se sente não é filho de boa gente… e o homem reagiu assim, à falta de melhor argumento oratório.
A questão é que a irritação surgiu depois de uma
alusão a eventual conflito de interesses desse deputado, que é advogado de privados que se movem na área em que se centrava a discussão que se travava no Parlamento.
Aqui é que a porca torce o rabo, digamos assim… porque, de facto, continua a ser possível que deputados exerçam actividades extra-parlamentares potencialmente conflituantes com o mandato para o qual foram eleitos.
Isso é que é o car**lho!

2 comentários:

  1. SR. JPG, o artigo "Elites e Profetas" merecia outra referência, outra explicação quanto à origem.
    MRM

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  2. Bem acho que toda a gente sabe o que é isso......... por isso não tem mal... reflecte porque é que se tomam decisões do ca***** neste país...

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."