07 novembro 2009

Vamos lá ver se entendemos isto...


Então os arguidos disseram à jornalista que o GORDO era o primo do "Eng" e aos investigadores e procuradores, não o disseram, porquê?
Em meses de investigações, não foram apertados o suficiente? Admite-se que tenham que ser os jornalistas a fazer o trabalho da justiça?
Que interesses tão poderosos camuflam os interrogatórios e fazem arrastar os processos durante anos?
Afinal, se não fosse a TVI, que o "Eng" queria silenciar e a cambada que o apoia incondicionalmente, achava muito bem, os verdadeiros interessados em apurar responsáveis (nós todos, acho eu), jamais saberíamos de um DVD com conversas sobre dinheiro, de e-mails comprometedores de corrupção, de entregas em numerário ao "Pinóquio" através do primo...
A esta hora, o processo já estaria arquivado, por falta de matéria de facto.
Enfim, cada vez me convenço mais que Portugal é um país de corruptos e que os valores há muito se perderam. As pessoas acham que é correcto ser-se larápio!
Se eu estivesse errado, estas situações eram suficientes para mais de um milhão de portugueses sérios não votarem em tão suspeita figura.

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."