Quando o educador (pai, professor, tutor…) deixar de ser insistente nos avisos, desistir dos “ralhetes” ou parar com os “abanões à consciência”, algo não está bem. Normalmente quem se preocupa com o seu semelhante, avisa-o que não está a proceder bem, indica-lhe o caminho mais correcto ou a atitude a tomar, ainda que por vezes tenha que ser perseverante ao ponto de se tornar maçador. Em algumas fases da vida, principalmente na adolescência, tentamos de tudo para que não nos “melguem” a cabeça, evitando as pessoas que nos corrigem, mentindo para que julguem que está tudo bem, utilizando estratégias como criar animosidade, para aumentar a distância, ou outras que não lembram a ninguém (ou quase, pois ter mais anos nas pernas e menos cabelo nas “entradas” tem vantagens incontestáveis). Somos fruto do que vivemos e influenciáveis ao ponto de a desistência que demonstrarmos agora, não só se reflectir no imediato, mas também se tornar um hábito para quem educamos. Mas quando as asneiras se sucedem, o rumo cada vez se desvia mais e achamos que já não adianta, que se nos evitam, o mal será deles, precisamos renovar forças nos melhores exemplos e ainda que os resultados não sejam imediatos ou permanentes, “alguma coisa” passa e perceberão que não desistiram deles. E como é importante que não desistam de nós! Os nossos amigos, colegas, familiares…
Ainda que nem sempre estejamos receptivos, secretamente sabe sempre bem quando se interessam por nós, ainda que seja para nos alertar para um ou outro exagero, ou simplesmente para levarmos um casaco, ou não apanharmos chuva ou sol. «Aqui ninguém desiste!» Esta frase utilizada tantas vezes pelo Padre Serra, ajuda-nos a viver com a estranha mania de ter fé na Vida.
Ainda que nem sempre estejamos receptivos, secretamente sabe sempre bem quando se interessam por nós, ainda que seja para nos alertar para um ou outro exagero, ou simplesmente para levarmos um casaco, ou não apanharmos chuva ou sol. «Aqui ninguém desiste!» Esta frase utilizada tantas vezes pelo Padre Serra, ajuda-nos a viver com a estranha mania de ter fé na Vida.
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."