1 - Em Portugal, os procuradores que investigavam o caso Freeport arranjaram coragem (e provas) para denunciar pressões de um superior - Lopes da Mota, que acabou suspenso de funções.
2 - Lopes da Mota era "apenas" presidente do EUROJUST, um organismo da União Europeia que ajuda investigadores e delegados do Ministério Público em toda a UE a trabalhar em conjunto na luta contra a criminalidade transfronteira,
3 - Perante estes factos (por isso mesmo provados), nós podemos imaginar o que se terá passado durante a fase de investigação e os condicionamentos através de prazos e outras diligências processuais.
2 - Lopes da Mota era "apenas" presidente do EUROJUST, um organismo da União Europeia que ajuda investigadores e delegados do Ministério Público em toda a UE a trabalhar em conjunto na luta contra a criminalidade transfronteira,
3 - Perante estes factos (por isso mesmo provados), nós podemos imaginar o que se terá passado durante a fase de investigação e os condicionamentos através de prazos e outras diligências processuais.
4 - Claro que há dois "marretas" que tudo fazem para atirar com areia para os olhos e minimizar estes acontecimentos típicos dos tempos do fachismo ou dos regimes africanos.
5 - Quanto ao bastonário, tem tanto de corajoso, como de interesseiro (serão as companhias...).

6 - Já o PGR, tem pautado a sua actuação por uma defesa a todo o custo do "querido líder", seja em que caso (e já são tantos...) for.
1 comentário:
Isto é tudo tropa fandanga.
Comem todos da mesma gamela e enquanto lá estiverem a coisa não muda.
Portugal entregue à bicharada.
Ao estado que chegou tudo isto, simplesmente - INCRÍVEL.
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