O desenho assinado por André Carrilho mostra um nazi a calcar um esqueleto israelita, que vai «evoluindo» para um soldado israelita que, por sua vez, termina a calcar o esqueleto de um palestiniano, que lhe aponta uma arma ao mesmo tempo.
Rejeitando «qualquer julgamento ao povo judeu» (o soldado desenhado simboliza o governo de Israel e não os israelitas) ou «desculpabilização das facções terroristas», André Carrilho lembrou que também já fez cartoons contra os extremistas islâmicos, contra a Igreja Católica, e que nunca recebeu estes «ataques baixos» como resposta. «Parece que de Israel não se pode falar», desabafou.
Rejeitando «qualquer julgamento ao povo judeu» (o soldado desenhado simboliza o governo de Israel e não os israelitas) ou «desculpabilização das facções terroristas», André Carrilho lembrou que também já fez cartoons contra os extremistas islâmicos, contra a Igreja Católica, e que nunca recebeu estes «ataques baixos» como resposta. «Parece que de Israel não se pode falar», desabafou.
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