A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
14 novembro 2010
Batemos no fundo???
5 comentários:
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."
Sinceramente, cada vez mais me surpreende este país....
ResponderEliminarEntão não é que ainda me lembro de um pedido aos consumidores portugueses para um "embargo" ao consumo dos produtos "Made In Indonésia".... pela causa de Timor...
...e ainda umas quantas missões peticionárias de angariação de fundos para as vítimas de Timor???
...e tropas pagas por nós para reedificar Timor???
E agora, como diz o Pedro Barroso...
"AGORA, NUNCA É TARDE"
Bem visto, Amigo.
ResponderEliminarAbraço.
Para falarmos deste assunto devemos saber minimamente do que estamos a falar, e pelo que entendo não vejo ninguem com o minimo de conhecimenento!
ResponderEliminarPois TIMOR já comprou muita divida publica dos EUA que são muito mais ricos do que nós.
O investimento que Timor está a fazer é atraves do fundo de PETROLEO, que anteriormente era roubado pela Indonesia.
Talvez daqui a uns tempos tambem PORTUGAL tenha um fudo destes!
Parece justo um país utilizar o fundo de petróleo ("compra" a médio/longo prazo), para investir na dívida pública de terceiros, mantendo o seu povo em condições de vida precárias?
ResponderEliminarNo fundo, trata-se de emprestar dinheiro para que outros (portuguses) mantenham um nível de vida de 1º Mundo, enquanto outros (timorenses), quase não têm assistência médica ou educação dignas.
Tristemente, a lei que define a utilização do tal fundo do petroleo, indica que pelo menos 90% têm de ser investido em títulos de dívida expressos em dólares norte-americanos, que rendam "juros ou um montante fixo equivalente a juros".
ResponderEliminarOu seja, o dinheiro de impostos e taxas similares de exploração do ouro negro, servem "apenas" para alimentar os mercados.