O procurador-geral adjunto que inspeccionou os magistrados do processo Freeport defende que havia indícios de que José Sócrates, ou alguém por ele, recebeu dinheiros ilícitos. Domingos de Sá, nomeado por Pinto Monteiro, acha por isso que o primeiro-ministro devia ter sido interrogado, pelo menos, a partir de 2008.
Domingos de Sá leu o relatório da Polícia Judiciária de Junho de 2008 sobre o Freeport e concluiu: «Da leitura do quadro analítico de contactos, formais ou informais, estabelecidos, por ordem cronológica, entre os diversos intervenientes, resultam muitas referências ao senhor engenheiro José Sócrates, ou de alguém por ele, no recebimento de dinheiros ilícitos». Mas como daqui a pouco prescreve, ele vai-se aguentando com as ajudas dos amigos...
Domingos de Sá leu o relatório da Polícia Judiciária de Junho de 2008 sobre o Freeport e concluiu: «Da leitura do quadro analítico de contactos, formais ou informais, estabelecidos, por ordem cronológica, entre os diversos intervenientes, resultam muitas referências ao senhor engenheiro José Sócrates, ou de alguém por ele, no recebimento de dinheiros ilícitos». Mas como daqui a pouco prescreve, ele vai-se aguentando com as ajudas dos amigos...
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