Quase fui internado no Júlio de Matos por ser radical, pois como haveriam os professores de sobreviver sem um vencimento???
Na altura, podia ter tido um impacto grande na sociedade se um dos seus sectores mais esclarecidos tivesse tomado uma posição com esta força, assumindo tal "prejuízo" pessoal.
Talvez fosse a tempo de arrepiar caminho e começar a tomar medidas muito antes dos mercados nos atirarem para a ajuda externa, tal o assobiar para o lado de quem nos governava.
Agora que as coisas estão quase incontroláveis (é como se fosse um incêndio, se for atacado de início, com as medidas certas podem-se perder alguns bens, mas assegura-se o essencial) tantas e tão altas são as labaredas, querem que eu faça um dia de greve???
Qual o efeito de uma "medidazinha" perante o corte de dois vencimentos por ano???
Os sindicatos e a sociedade em geral não souberam ler os sinais, não acreditaram nos "Medinas Carreiras" que há anos avisavam que as coisas não podiam continuar neste rumo.
Agora???
Toquemos acordeão ou ferrinhos, com uma caixa de sapatos à frente, pode ser que os turistas do Norte da Europa nos vão dando umas migalhas...
Agora já não vale a pena, não é verdade?
ResponderEliminarValerá mais ou menos tanto, como valeu das vezes anteriores.
ResponderEliminarEstou convencido que terá o mesmo efeito = ZERO!
Infelizmente!!!