18 janeiro 2013

Nem de propósito...

Ontem em amena cavaqueira com alguns amigos, tentei explicar o meu ponto de vista sobre o "aluno de erasmus em Paris" e a sua actuação durante SEIS anos à frente dos destinos de Portugal.

Dizia eu que Sócrates tinha obrigação de se aperceber da situação e vér mais além, atacando a dívida externa e fazendo um esforço no controlo das contas públicas. Ao invés, andou a distribuir Magalhães, a construir Auto-estradas desertas, a remodelar luxuosamente escolas e se não o tirassem de lá, faria aeroportos, pontes sobre o Tejo e TGVs em força.

Hoje mesmo o salvador da Europa (segundo Soares, Seguro e outros socialistas) afirmou o seguinte...

François Hollande: «Estou confiante no regresso ao mercado de Portugal, porque houve um ajustamento muito grande, medidas, também, com um custo social muito elevado. Perguntam-me se a França poderia seguir este exemplo. Não, porque os níveis de dívida não são comparáveis, porque as situações económicas são diferentes. Mas é porque queremos evitar chegar a estas soluções que devemos atacar o problema o mais rapidamente possível e o mais eficazmente possível.»

1 comentário:

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."