22 novembro 2013

Júlio Pomar pintou na perfeição o retrato deste inútil e medíocre

O rei "Bochechas", de Portugal e Gibraltar, quer de volta a coroa que o algarvio lhe roubou, por isso juntou a "brigada do Alzhaimer".

Esteve num exílio dourado em Paris, enquanto Cunhal adoecia numa prisão em Peniche.

Enquanto governante, chamou DUAS vezes o FMI por Portugal estar na banca rota.

Considera-se o "Pai da Democracia", daí poder apelar ao voto no seu filho, em pleno acto eleitoral.

Grande defensor da Constituição, de tal modo que goza e destrata os polícias, dizendo que o povo é que iria pagar a multa por excesso de velocidade.

Ao contrário de António Champalimaud, Bissaya Barreto ou Calouste Gulbenkian (que têm fundações porque deixaram de herança ao país património que por si só pode ser gerido e cria proveitos no imediato e de uma forma sustentada), criou uma com o seu nome mas além de não trazer qualquer benefício visível ao país, ainda sorve dinheiros públicos.

Incita constantemente à violência, por ser considerado inimputável.

Leiam AQUI uma justificação para a sua atitude.




1 comentário:

  1. Agora todos têm tempo de antena e como andam a fechar os lares há sempre um ou outro que vai à televisão. Mandem-no para a terra das tartarugas, de vez.

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."