18 agosto 2014

Islamistas radicais, novos cruzados

Estado Islâmico, Califado do Levante, Jihadistas...

A designação interessa pouco, mas as atrocidades que andam a cometer, são de arrepiar.

Como sabemos, graças à "Primavera Árabe", países como a Tunísia, o Egipto,  Líbia, a Síria e outros mais sofreram tumultos.

O certo é que com a queda e fragilidade dos regimes, uma região que envolve parte do Iraque e da Síria já estão sob controlo de uns loucos que se consideram líderes de um Estado que quer retomar as fronteiras de alguns séculos atrás, desde logo todo o norte de África, Médio Oriente (incluindo a Índia, Sri Lanka e uma parta da China), Península Ibérica e mais uma zona junto à Turquia (Balcãs, onde há regiões de maioria muçulmana).


Trata-se de uma horda de selvagens que tantos séculos depois das cruzadas, obrigam as pessoas a converter-se ao islamismo radical (assassinam centenas de muçulmanos moderados), impõem a Shariah (lei islâmica).

Raptam jovens na Nigéria (nunca mais se ouviu falar daquelas 200 raparigas), esfaqueiam dezenas numa estação de comboios na China (a comunicação social não dá relevo), esmagam tribos curdas, chacinam no Sudão, etc...

Aparente pouco ou nada se passa! No máximo, surge uma nota de rodapé durante um noticiário que é aberto por um discurso propagandista no Pontal ou um golo do CR7 num jogo a feijões.

Fica um vídeo altamente chocante (repito: altamente chocante), pois por vezes só quando tocamos na ferida é nos lembramos dela.

"Muçulmanos decapitam cristão, após o terem forçado a negar Jesus Cristo e a saudar Maomé como " Mensageiro de Alá"


Há mais vídeos de autênticos matadouros de cristãos na Síria (os 2 em baixo são só uma amostra, e nem são os mais chocantes).

Mas enquanto não tocar aos europeus... "deixa arder que o meu pai é bombeiro".


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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."