Traiu o Tó Zé Seguro, mesmo quando aquele tinha vencido as eleições autárquicas e as europeias, só porque ganhou por pouco e tinha sondagens que lhe davam +/-8% de vantagem.
Mostrou o seu carácter, ao tudo fazer para atingir mais poder (à data era Presidente da Câmara de Lisboa, mas prescindiu), optando por empurrar um companheiro de partido, eleito democraticamente pelos militantes.
Com a sua liderança, o PS foi copiosamente derrotado nas eleições regionais da Madeira (apenas 11%, sendo a 3ª força, atrás do CDS e não impedindo a maioria absoluta do PSD).
As sondagens, nos últimos meses teimam em lhe dar empate técnico e as trapalhadas com as listas de deputados, criaram fracturas no seio do partido.
Ou seja, não consegue resultados externos, nem internos.
Para abrilhantar a sua prestação, é responsável máximo por uma trapalhada sem fim que foram os cartazes colados, substituídos e de novo alterados (por incluírem fotos de pessoas cuja autorização não foi dada, nem a sua história corresponde ao relatado).
Se Tó Zé Seguro tivesse a mesma (fraca) noção de amizade, certamente já teria vindo a público várias vezes, criticar a actuação de quem o derrubou.
Acontece que João Galamba e outros deputados, começam a não se conter... Ler AQUI!!!
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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."