05 outubro 2017

Uma semana depois...


2 comentários:

  1. Apenas e só um desabafo, com o qual, por certo, concordará, pois conheço a sua proximidade com a pessoa e obra do Drº João Almiro;enoja - me , este é verdadeiramente o sentimento, a falta de atenção, para não apelidar de outra forma, dos responsáveis nacionais, e da comunicação social , face ao desaparecimento desta figura impar da solidariedade e do amor pelo próximo.
    Isto porque, ressalvando , alguma desinformação minha, não registei nenhuma reportagem, ou noticia significativa, das agências noticiosas á morte e funeral do Drº João Almiro.
    Este senhor , devia ser um caso de estudo nacional, pois se alguém merece o estatuto de santidade seria ele, já que fez mais pelos necessitados dos que muitos governos e orçamentos do estado.
    Acontece porém que o sensacionalismo vende muito mais e se fosse a noticia de um incêndio, de preferência com danos e vitimas ou um jogo de futebol, teria por certo mais atenção e tempo de antena.
    Penso que que só com a divulgação dos bons exemplos e das figuras que não sendo publicas praticam o bem de uma forma tão abnegada e despretensiosa, como o Drº João Almiro, conseguiremos construir dia a dia um mundo melhor.
    Desculpe o meu desabafo neste seu espaço e aproveito para o parabenizar pela sua dedicação á obra social dos jovens. É também importante conhecer o Eder e outros semelhantes, para acreditarmos que toda a pessoa, mesmo as que nasceram em meios mais hostis, são capazes de ser alguém na vida e de pelo bem do mundo fazerem algo de grandioso.

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  2. Caro José Massano, eu é que lhe agradeço as palavras e a forma como interpreta aquilo que são os critérios editoriais.

    Compete-nos a nós, sociedade civil não subserviente ao 4º poder, pensarmos pela nossa cabeça, divulgarmos o que entendemos que vale a pena e, principalmente, agirmos num sentido de um mundo mais justo!

    Bom fim de semana!

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"O recurso ao anonimato é um mecanismo de cobardia e um instrumento de invejas e vinganças, muitas vezes violando a lei. É a transposição para a Internet de um mundo que existe cá fora, mas que até agora ficava dentro da cabeça das pessoas e nas conversas de café."