O conceito ridículo de que um professor (um funcionário, um aluno e, porque não, um político…) só pode ter uma avaliação de “excelente” se existir quota administrativa para tal, é um contra-senso de tal ordem que só pode ter sido lançado à custa da crença da tutela de que todos nós somos acéfalos. Uma coisa é avaliar o mérito, usando essa avaliação para premiar (e em alguns casos extremos, penalizar) a situação profissional de um indivíduo. Outra passa por utilizar esta avaliação e este modelo, APENAS como critério economicista.
Talvez por sermos professores e estarmos habituados a avaliar (por vezes mal, é certo), não podemos chamar a este processo "MODELO DE AVALIAÇÃO DE PROFESSORES".
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