A enclavar desde 2005

«São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim, porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem.»
Professor Agostinho da Silva





11 fevereiro 2009

E vale a pena ser professor?

Claro que vale. E muito! Ser professor é a mais nobre dádiva à humanidade e o maior contributo para o progresso dos povos e das nações. E, como ninguém nasce professor, é necessário aprender-se a ser. Leva muitos anos de estudo, trabalho, sacrifício, altruísmo e até dor.
Um professor tem que aprender o que ensina, o modo de ensinar e tudo (mesmo tudo) sobre os alunos que vão ser sujeitos à sua actividade profissional. Mas não se iludam: depois de tudo isso um professor nunca está formado. Tem que aprender sempre. Um professor carrega para toda a vida o fardo de ter que ser aluno de si próprio. De se cuidar, de estar sempre atento, ter os pés bem-postos no presente e os olhos bem focados no futuro.
Ser professor obriga a não ter geração. Professor tem que saber lidar com todas elas, as que o acompanham durante quatro décadas de carreira. É pai, mãe e espírito santo. E, para o Estado, ainda é um funcionário que, zelosamente, se obriga a cumprir todas as regras da coisa pública.
Por tudo isso, professor é obra permanentemente inacabada. É contentor onde cabe sempre mais alguma coisa. O professor é um intelectual, mas também é um artesão; é um teórico, mas que tem que viver na e com a prática; é um sábio, mas que tem de aprender todos os dias; é um cientista que tem que traduzir a sua experimentação para mil linguagens; é um aprendente que ensina; é um fazedor dos seres e dos saberes; mas é também um homem, ou uma mulher, como todos nós, frágil, expectante e sujeito às mais vulgares vulnerabilidades.
O professor contenta-se com pouco: alimenta a sua auto-estima com o sucesso dos outros (os que ensina), e tanto basta para que isso se revele como a fórmula mágica que traduz a medida certa da sua satisfação pessoal e profissional. Por isso é altruísta e, face ao poder, muitas vezes ingénuo e péssimo negociador.
(Editorial do ENSINO MAGAZINE)

2 comentários:

Anónimo disse...

A IMPLOSÃO DA MENTIRA. MENTIRAM-ME.MENTIRAM-ME ONTEM, HOJE,SEMPRE, MENTIRÃO ETERNAMENTE.VÃO MENTIR NAS PRÓXIMAS CAMPANHAS NOVAMENTE,MENTEM DE CORPO E ALMA CONPLETAMENTE,E MENTEM DE MANEIRA TÃO PUNGENTE,QUE ATÉ ACHO QUE NOS MENTEM SINCERAMENTE,,ALÚCINADAMENTE ATÉ JULGO QUE VAMOS SALVAR ESTE PAIS,POIS ESTÁ DESCONTENTE.MENTEM SOBRETUDO IMPUNEMENTE,MAS NÃO MENTEM TRISTES,----MENTEM CONTENTES, ALEGREMENTE MENTEM SINPLESMENTE.MENTEM E ASSIM NOS VÃO ENGANANDO ETERNAMENTE.SEI K A MENTIRA É CARA E ESCURA ,MAS NUNCA SE CHEGARÁ A CONSEGUIR ENSSINAR-LHES, O K É DEMOCRACIA.O SUCATA, JAMÉ SABERÁ.ESSE MENTE TODOS OS DIAS TRISTEMENTE,COMO O CARECA MENTE AO PENTE,MENTEM AO PAÍS DIÁRIAMENTE,E SE NÃO SE UNIRMOS, OS POBRES, ELES OS NOVOS RICOS, VÃO FICAR HEREDITÁRIAMENTE.

Anónimo disse...

pergunto. qual é a azia sr ditador,que ao ler este meu poema a mim proprio,lhe faria'?azeda, ou um refluxo?