A enclavar desde 2005

«São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim, porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem.»
Professor Agostinho da Silva





10 outubro 2009

Por falar em impunidade...

«O Tribunal de Braga condenou esta sexta-feira a 270 horas de trabalho à comunidade, o tio de um aluno da Escola Básica 2/3 Francisco Sanches, em Braga, julgado por insultar e agredir um professor.
O Tribunal deu como provado o crime de ofensa à integridade física qualificada e um outro de injúria agravada, condenando-o ainda, a pagar 600€.
No final da sentença, o juiz justificou a pena dizendo que o agressor,
Rui Humberto Neves Siborro, de 32 anos, não mostrou qualquer arrependimento durante o julgamento.
O incidente ocorreu em Fevereiro deste ano quando o arguido, tio de um aluno do 5.º ano que tinha sido expulso da aula por estar a fazer barulho durante um teste, esmurrou o docente Luís Pires, provocando-lhe feridas contusas que obrigaram o presidente do Conselho Executivo do estabelecimento de ensino a conduzi-lo à Urgência do Hospital de S. Marcos.
A fúria do agressor terá sido gerada por o professor ter escrito na caderneta escolar que o aluno estava a fazer barulho com os pés durante a aula, incomodando os colegas. Um mês depois, as autoridades escolares registaram, na mesma escola, um outro caso de agressão, desta vez cometido por um familiar de um estudante a um vigilante.»

Com o actual sistema penal , em muitas situações, o crime compensa. Pena as murraças não terem antes sido dadas ao juíz e a quem aprovou este código penal.

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