Os beneficiários do rendimento social de inserção passaram de 346 mil no primeiro semestre de 2008 para 385 mil em igual período deste ano, o que representa 11,3 % a mais.
As medidas sociais são importantes, mas a fiscalização dos calões que se encostam à "desgraçadez", para fazer dela modo de vida, é urgentíssima.
O governo ainda em funções, insiste em não aplicar a máxima chinesa: “Se quiseres matar a fome de alguém dá-lhe um peixe. Mas, se quiseres que ele nunca mais passe fome, ensina-o a pescar.”
O tal apoio às empresas (diminuindo o desemprego), desde que bem orientado seria uma forma de aumentar a produtividade do país e fazer com que muitas das pessoas que usufruem do rendimento social de inserção, se sentissem úteis e aumentassem a sua responsabilidade para com a sociedade.
Ou seja, provavelmente o estado teria a mesma despesa, mas não sustentava malandros e com o aumento de produtividade até poderia melhorar a balança comercial com outros países.
1 comentário:
O modelo chinês pode (de facto) ser dos mais produtivos.
Mas, ainda assim, não pode ser considerado como modelo, pois o valor dos salários, as condições de higiene e segurança no trabalho, a mão de obra infantil ou na vertente ambiental, não é exemplo para ninguém. Recorde-se o que fizeram a muitas empresas a 1 mês do início dos Jogos Olímpicos.
Chegam a crescer aos 7% ao ano mas, há muito mais para além disso. A começar pela população que têm e por muitos outros factores tal como o possível "dumping" que ocupariam aqui muito espaço.
A formação profissional teria que ser (em termos globais) repensada.
Há muita coisa que não faz sentido, não só de hoje, mas desde 1993.
É claro que há sempre quem se aproveite, não fosse este o povo português, muitas vezes capaz do 8 e poucas do 80.
Dava eu o exemplo do Scolari que sendo brasileiro, "deu a volta ao pessoal" e importámos bandeiras da china que foi um disparate.
Acho que nem o D. Nuno Álvares Pereira teve tamanha capacidade de jogada de marketing.
Quanto ao Scolari, é cada pipa de €€€€ que até o Mourinho qualquer dia já não é o n.º 1
Fiquem todos bem.
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