Qimonda prevê a cessação imediata de 590 contratos dos trabalhares em “lay-off”.
Passivo da EP dispara 1400% num ano e meio. O passivo da Estradas de Portugal (EP) ultrapassou no final de Junho passado os 15,2 mil milhões de euros, o equivalente a quase 10% do PIB.
Ministério Público: Sindicato exige suspensão de sistemas informáticos
Investigação revela que «o sistema informático do Ministério da Justiça é altamente vulnerável».
Investigação revela que «o sistema informático do Ministério da Justiça é altamente vulnerável».
Saint-Gobain Portugal despede 50 trabalhadores
A par dos despedimentos, a empresa vai ainda prolongar paragens de produção.
A par dos despedimentos, a empresa vai ainda prolongar paragens de produção.
Défice? «Sete ou oito por cento, para não dizer mais». Défice pode chegar aos dois dígitos, afirma o economista Daniel Bessa.
2 comentários:
A violência da crise foi de tal ordem que justificava tudo isto e muito mais.2º os nossos mais cotados analistas, até Agosto deste ano, segundo os dados fornecidos, Portugal deveria ficar-se por cerca de 6%, ainda assim abaixo dos 6,5% esperados para a zona euro. Mas não nos iludamos: o problema é sério e vamos ter de o enfrentar. Admitamos que, a um PIB de 100, correspondem receitas de 45 e despesas de 48, gerando um défice de 3 - 3% do PIB. Se, no ano seguinte, a produção cair para 97, as receitas descerem para 43 e, para evitar males maiores, as despesas subirem para 50, então o défice sobe para 7 - neste caso 7,2% do PIB. O acréscimo fica a dever-se ao efeito conjugado de três factores: menos produto, menos receita e mais despesa. Era este o cenário até Agosto de 2009.Após as eleições, convenhamos, deparamo-nos com uma realidade bem diferente, com um agravamento entre 40 a 50%. Avizinham-se dificuldades acrescidas...e infelizmente isso é garantido.
Telmo Gaspar
No entanto, temos um reverso da medalha positivo. Uma educação que parece resultar em sucesso.
A taxa de poupança das famílias portuguesas aumentou 1,6 pontos percentuais, para 8,6 por cento, no ano que terminou em Junho, face ao ano terminado no primeiro trimestre, de acordo com o INE.
O nosso comportamento presente é ditado, em grande parte, pela nossa visão do futuro. Se aumentamos a poupança, estamos a ajustar o nosso consumo a níveis que consideramos mais adequados aos nossos rendimentos. Acautelamos o futuro, preservando uma maior independência financeira e, ao mesmo tempo, contribuímos para diminuir o endividamento externo do nosso país. Poupar faz todo o sentido.
Como já vem sido dito pelos mais velhos:" o dinheirinho não é de quem o ganha, mas de quem o poupa"...embora ás vezes nem sempre seja assim.
TELMO GASPAR
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