Começar um ano que se avizinha de austeridade generalizada (recordo que os funcionários públicos já em 2012 sentiram +/- o mesmo que irão sentir em 2013), com anúncios de cortes brutais, só pode ter uma estratégia por trás.
Não me surpreendia nada que fosse a vingança do Paulo Portas (por ser apenas o nº 3 do governo), aproveitando a discordância que terá e partindo a corda da coligação, derrubando o governo e antecipando eleições.
Também não me surpreendia que fosse o Passos Coelho a tentar mostrar que o FMI (papão), queria cortar braços e pernas, por isso, devemos dar-nos por felizes por apenas nos cortarem um braço.
Enfim, estou farto de ver Portugal a viver em crises sucessivas (do 25 de Abril para cá, já pediu ajuda internacional TRÊS vezes), mas tenho para mim que os tais cortes definitivos de 4 mil milhões serão melhor suportados pela economia e pela sociedade nu período de crescimento e não no meio de um calvário que parece não ter fim.
Resumindo, o FMI e o governo que se deixe de ideias, pois para o próximo ano o desemprego tem mesmo é que baixar e a economia que crescer. Caso contrário, a Primavera Árabe pode bem atravessar o Mediterrâneo.
2 comentários:
Eu bem disse que em chegando a Janeiro é que iriam ser elas....agora até tu já começas a não ver luz ao fundo do túnel e então que havemos de fazer? Será que não temos cá dentro, gente capaz de endireitar este país?? Com gentalha como este (DES)governo tem é que me parece que nunca lá iremos...ainda ontem o MOEDAS,pela voz do dono só disse asneiras. O ATENTO
Quem?
Os mesmo de sempre (sejam eles de que partido forem), que já foram deputados, ministros, secretários de estado...?
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