Passos Coelho e o matreiro Portas esticarem a corda com o Tribunal Constitucional e chegarem mesmo a bater com a porta, levando a eleições antecipadas no curto prazo?
António Costa não chegaria a ter hipóteses de concorrer a 1º ministro, pois as primárias no PS serão só no final de Setembro.
Contra Tó-Zé Seguro e atendendo à divisão por partidos menores da esquerda, a coligação tinha alguma probabilidade de ser a força política mais votada, dando legitimidade ao governo e afastando a sombra do António costa, que se teria de contentar com a candidatura à Presidência da República.
Portugal ficaria com um governo minoritário, praticamente ingovernável sem o apoio explícito do PS.
Caso esse apoio lhe fosse concedido, Seguro podia fazê-lo, até como vingança a Costa, muito provavelmente o "centrão" conseguiria os 2/3 dos deputados e assim alteraria a Constituição que tantas dores de cabeça tem dado a estes teimosos.
É um cenário pouco credível, mas...
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