A "enclavar" desde 2005, contra a imbecilidade de governantes e a passividade Lusa
A enclavar desde 2005
18 fevereiro 2020
Racismo ou racistas???
08 janeiro 2020
Nasci fora do tempo
03 agosto 2015
Quando não consigo adormecer...
Boa sorte, putos! E aproveitem bem, pois não sei se ou quando voltarei a ter uma oportunidade como esta para vos arranjar trabalho...
24 fevereiro 2015
Regras futebol de rua :)
1º- O gordo é o Guarda-redes
2º-O jogo termina quando todos estão cansados
3º-Embora o jogo esteja 20 a 0, “quem marcar, ganha!!”
4º-Não há árbitro
5º-Só se marca falta se for muito claro, ou se sair alguém a chorar
6º-Não há fora-de-jogo
7º-Se o dono da bola se chateia…acaba o jogo
8º-Os melhores jogadores não podem jogar na mesma equipa e são eles que escolhem o resto da equipa
9º-Ser o último a ser escolhido é a maior humilhação
10º-Nos livres directos, a barreira vai estar sempre perto da bola
11º-A partida tem uma pausa quando passa um adulto ou uma senhora com um bébé
12ºA partida para quando a bola entra pelo vidro de alguma casa,café,carro…ou quando passa um camião, autocarro ou carro. Se for motas ou bicicletas…segue o jogo
13º-São inimigos eternos os jogadores do bairro mais perto
14º-Os que não sabem dar um pontapé na bola, são suplentes ou quanto muito…defesas
15º-Se chegam os mais velhos, temos que sair do campo,mas não, sem protestar primeiro
16º-Há sempre um vizinho que não te deixa jogar ou que ameaça que te fica com a bola
17º-Se se aposta alguma coisa, jogamos como se fosse uma final
18º- As balizas são duas pedras, ou latas, mas vai haver sempre uma equipa que tem a baliza mais pequena
19º-Quando uma equipa marcar um golo de chapéu, a equipa adversária vai gritar sempre “FORA”( para que o golo não seja validado)
20º-Os foras são marcados com o pé e é possível atirar contra um adversário e seguir a jogada(foras “à cigano”)
21º- Num penalty, o gordo sai sempre da baliza e quem defende é o melhor jogador
02 dezembro 2013
Parabéns rapaziada!!!
02 março 2012
Hoje há um SLB X FCP, mas eu sou do Sporting!!!
Não me lembro as razões que me levaram a dizer «sou do Sporting».
Não me lembro bem, mas quando entrei para a escola, aos 5 anos, já era do Sporting.
Dessa altura em diante, tudo foi diferente. Porque assumir que se é de alguma (ou alguma coisa), implica passar das palavras aos actos. E eu fiz o que podia.
Pedi uma camisola. E um cachecol. Depois pedi o equipamento.Passei a "exigir" que os meus bolos de aniversário tivessem em cima um campo de futebol onde se disputava um derby, e que esse mesmo bolo fosse para a mesa com a bola de chocolate metida dentro da baliza do Benfica. E, terminada a festa, continuava o jogo a meu belo prazer.
Tive uma fase em que não queria vestir nada vermelho ou azul (às vezes ainda tenho e transmito isso ao meu filho, não gosto de o ver de vermelho, pronto!).
Passei a dizer que, quando fosse grande, queria ser jogador do Sporting.
Pedi um pequeno rádio. Verde e preto. Para ouvir os relatos do Sporting onde bem me apetecesse.
E foi assim que ouvi os 7-1, festejando sozinho no campo do Sporting Clube Ribeirense, numa jogatana de amiguinhos onde era o único Leão assumido.
Aprendi a fazer desenhos. Quase todos com alguém vestido de camisola verde e branca. Aprendi a fazer fisgas e tentava a muito custo arranjar elásticos verdes.
Tentei passar aos meus filho, sobrinhos e sobrinhas o máximo que podia sobre ser do Sporting (e resultou!).
Procurei até à exaustão os cromos das colecções onde aparecessem os jogadores do Sporting.
Joguei matraquilhos sempre com o Sporting.
Dei porrada a quem me gozava, na escola, logo pela manhã, depois de uma derrota (às vezes apanhava mais do que dava, mas não me ficava!).
Passei a sonhar, a dormir ou acordado, que marcava grandes golos com a camisola mais bela do mundo.
Noutros pelados, noutros relvados, na rua, joguei sempre à Sporting. Perder era inaceitável.
Baixei as meias, à Douglas. Marquei livres à Valtinho à Balakov, à Valckx e à André Cruz.
Defendi penaltis à Damas. E marquei penaltis à Manuel Fernandes e à Jordão.
Fiz compilações em VHS dos resumos dos jogos do Sporting. Gravei relatos. E ouvi outros sempre na mesma posição, no mesmo sofá, na mesma frequência. Porque acreditava que dava sorte. E, quando perdíamos, era porque eu tinha feito algo de mal na transmissão da sorte (via ondas hertzianas, talvez).
Fechei-me no quarto, com tudo às escuras, telemóvel desligado, ordens expressas à minha mãe para não ser incomodado POR NINGUÉM e auscultadores nos ouvidos com música bem alta. Não aguentava acompanhar ou saber o resultado "às pinguinhas" do jogo em Vidal Pinheiro.
Festejei muito! Mesmo muito! Com todos, novos, velhos, homens, mulheres, vizinhos, desconhecidos, amigos! Quase entrei em delírio...
Comprei o CD da Juve Leo e os vizinhos devem ter enjoado de o ouvir tantas vezes!
Abracei o Carlos Lopes, parabenizei o Fernando Mamede, brinquei com os gémeos Castro, entreguei um prémio ao Oceano, desabafei com o Iordanov, fiz um brinde com o Osvaldo, almocei com o Morais, Manuel Fernandes, emocionei-me a aplaudir o Jesus Correia entre outras figuras do meu Sporting.
Chorei quando perdemos a Taça UEFA e outras vezes, de raiva e de alegria, deixando de comer por causa de derrotas e sentindo as veias da cabeça quase a explodir por tanto festejar um golo.
Às vezes "os nervos" não permitem que a comida desça o esófago.
E se me perguntassem «o que é que queres ser quando fores grande?», eu responderia, «quero ser jogador do Sporting».
E se o fosse, garanto-vos que seria necessário partirem-me as duas pernas para eu sair do campo sem a vitória conquistada!
(adaptado d'aqui)
20 julho 2008
Futebol de rua
A prova decorreu em Cantanhede (Largo Marquês de Marialva) e durou todo o dia.
Zézito, és o maior!!!

